domingo, 24 de abril de 2011

A hipocrisia também é pecado

Afetação de virtude. Pelo menos é o que diz o Dicionário Aurélio sobre esse comportamento repulsivo que é tão grave quanto os sete pecados capitais.

A falsidade é um pecado, mas não oficialmente. Essa coisa de fingir para conseguir algo é desprezível. Concordar com as palavras de alguém só por momento e depois em um minuto “meter o pau”, é nojento.

Fingir alegria, quando na tristeza. Simular a felicidade e por dentro morrer. Realmente devemos aparentar um estado melhor às vezes, pois isso ajuda na recuperação, mas não é fácil para quem não tem a habilidade de ser falso.

Tem gente que estampa no rosto tudo o que sente, até tenta esconder, mas esses olhos, a boca, as linhas do rosto não enganam. Não venha dizer que a sociedade exige, que o ambiente de trabalho exige. Seja o que você é e seja por inteiro.

A verdade é um objetivo na vida. Tudo o que conquistamos e queremos conquistar são ferramentas para o crescimento e desenvolvimento de nossas virtudes. O dinheiro, a família, o emprego, bens materiais e outras coisas, são todos meios para alcançar a felicidade e não fins.

Abaixo com a vida de aparências. Como diz William G. Gray em seu livro Concepts of Qabalah, página 353: “Jamais esqueça que o homem nunca é punido pelos seus pecados, mas por eles.”

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